E eu estou aqui, ouvindo a Bethânia (que me lasca) e pensando que ter um culpado pra algo faz mais sentido. Ou pelo menos facilita aceitar as coisas, pelo menos pra mim. Saber que estou a mercê do aleatório, do randômico dá um certo medo. Você constrói uma vida toda, amigos, família, trabalho, estudos e aí vem uma bactéria solta no ar e quase põe tudo por água abaixo... Seria mais fácil se eu pudesse culpar alguém, saca? Simplesmente ter alguém pra focar a raiva, a tristeza, a dor... Mas não tem e aí? Tá se sentindo injustiçado, sacaneado? Pega a fila amigo! E olha que ela é grande, aliás, é enorme... O que tem de coitadinho e de vítima nesse mundo... Mas aceitar tudo resignado, também é algo que não consigo. Fico me sentindo Poliana, vendo o lado bom das coisas. E tem certas coisas, que por mais que tenham lado bom, não compensam! Estava tudo tão bem que parecia que já sabia que isso ia acontecer... Em plena sexta-feira! Fala sério? "Tá de deboche?"
Ok, seria mais fácil com álcool. Mas também sinto, que de alguma forma, isso vai fazer sentido. De algum jeito que estou muito longe de entender ou de algum jeito que eu já saiba e disfarce. A gente passa a vida se enganando de alguma forma. E se engana nas coisas mais importantes e acaba se decepcionando... É isso mesmo? Sei não. Aliás, teoria demais me deixa confuso e angustiado. Pra que mesmo tudo isso? Pra que?
Ok, seria mais fácil com álcool. Mas também sinto, que de alguma forma, isso vai fazer sentido. De algum jeito que estou muito longe de entender ou de algum jeito que eu já saiba e disfarce. A gente passa a vida se enganando de alguma forma. E se engana nas coisas mais importantes e acaba se decepcionando... É isso mesmo? Sei não. Aliás, teoria demais me deixa confuso e angustiado. Pra que mesmo tudo isso? Pra que?
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